A Primeira Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decretou novamente a falência da Oi, antiga gigante do setor de telecomunicações. A decisão foi tomada em 25 de agosto e ocorre após uma falência anterior, determinada em novembro do ano passado, ter sido suspensa por recursos de bancos que buscavam manter a recuperação judicial da companhia.
A reportagem cita que a Oi acumulava cerca de R$ 1,7 bilhão em dívidas com fornecedores fora da recuperação judicial, tinha receita mensal de cerca de R$ 200 milhões e patrimônio considerado esvaziado. No mês passado, fornecedores suspenderam serviços essenciais de internet e telefonia fixa em cidades do país. A empresa também firmou acordo para desligar 60% de seus funcionários; antes dos cortes, o grupo tinha aproximadamente 2 mil empregados.