por Ricardo Melo
Agentes comunitários de saúde poderão receber formação específica para identificar, acolher e encaminhar mulheres em situação de violência doméstica em Goiás. A proposta do deputado Cristiano Galindo (Solidariedade) teve parecer favorável aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Assembleia Legislativa em 22 de outubro.
Registrada no processo 5113/26, a iniciativa recebeu relatório de José Machado (PSDB), segundo a Agência Assembleia de Notícias. O texto original, publicado no Diário da Assembleia de 24 de março como projeto de lei ordinária 230/26, prevê atuação articulada com a rede de atenção e proteção social às mulheres.
Entre os objetivos estão um plano de educação permanente para formar e sensibilizar os agentes e ações educacionais e culturais de prevenção à violência. Na justificativa, Galindo aponta a proximidade desses profissionais com as famílias como razão para prepará-los para reconhecer situações de risco e orientar os encaminhamentos.
A proposta prevê despesas cobertas por dotações próprias do Estado, suplementadas se necessário, mas não fixa um valor. O voto na CCJ não cria, por si só, o programa nem abre inscrições para cursos. A matéria permanece em tramitação, e a notícia institucional não anuncia data de implantação ou de votação final.
Foto de arquivo: Hellenn Reis/Alego. Reprodução autorizada.