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Justiça concede medida protetiva à passageira de Porsche que colidiu contra Cmei em Goiânia
Por Administrador
Publicado em 04/05/2026 18:57
Goiás Noticias

O caso do acidente envolvendo um Porsche que atingiu o Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) João Paulo I, no Jardim América, ganhou um novo e sério desdobramento jurídico. A passageira do veículo, uma mulher de 42 anos, obteve na Justiça uma medida protetiva de urgência contra o motorista, seu ex-companheiro, após relatar que a colisão foi o ápice de uma série de agressões e ameaças sofridas naquela madrugada.

De acordo com o relato da vítima às autoridades, o episódio teve início com uma discussão motivada por ciúmes em um estabelecimento comercial. O conflito escalou para violência verbal e ameaças durante o trajeto, até o momento em que o veículo, em alta velocidade, avançou o sinal vermelho e colidiu violentamente contra o muro da unidade educacional por volta das 2h da manhã da última sexta-feira (1º). A mulher levantou a suspeita de que o condutor possa ter acelerado propositalmente antes do impacto.

A Decisão Judicial Com a concessão da medida protetiva, o investigado está rigorosamente proibido de:

  • Aproximar-se a menos de 300 metros da vítima, de seus familiares e de testemunhas do caso;

  • Estabelecer qualquer tipo de contato com essas pessoas por qualquer meio de comunicação.

A Justiça determinou ainda que os pertences pessoais da mulher (roupas e documentos) sejam retirados da residência onde o casal convivia por uma terceira pessoa designada por ela.

Câmeras e Fuga Registros de câmeras de segurança corroboram a dinâmica de imprudência: o carro de luxo desrespeitou a sinalização antes de atingir a estrutura do Cmei. Após a batida, o motorista fugiu do local, deixando a passageira ferida para trás, o que impediu a realização imediata do teste do bafômetro pela Guarda Civil Metropolitana (GCM).

A vítima, que precisou de atendimento hospitalar, registrou a ocorrência na Delegacia Especializada da Mulher (Deam) por ameaça e injúria. O caso agora é investigado pela Delegacia Especializada em Crimes de Trânsito (Dict), que utiliza as imagens e dados do veículo para a responsabilização criminal.

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