por Ricardo Melo
O World Health Summit começa neste domingo (11), em Berlim, com a proposta de discutir como preparar os sistemas de saúde para crises prolongadas. A programação vai até terça-feira (13), no Hotel InterContinental e pela internet, reunindo representantes de governos, da ciência, de empresas e da sociedade civil.
Segundo os organizadores, estão previstas mais de 75 sessões e a participação de mais de 400 palestrantes. O tema desta edição é a passagem da resposta a crises para a construção de serviços mais resistentes, por meio de inovação.
Entre os assuntos estão financiamento e governança da saúde global, preparação para pandemias, efeitos dos conflitos e das mudanças climáticas, além do uso de inteligência artificial e dados. A agenda também contempla a formação de profissionais e a redução das desigualdades no atendimento.
A Aliança para Pesquisa em Políticas e Sistemas de Saúde, vinculada à OMS, incluiu na programação deste domingo um debate sobre os efeitos de orçamentos apertados e mudanças políticas nos serviços. Na terça, estão previstos encontros sobre atenção a migrantes e cooperação entre instituições.
O encontro é um espaço de discussão e anúncio de compromissos. Decisões sobre políticas e recursos continuam a cargo dos governos e das organizações responsáveis.
Foto: Timtimol/Wikimedia Commons. World Health Summit, Berlim, 17/10/2023; arquivo. Original · CC BY-SA 4.0. Recorte e diagramação sob a mesma licença.